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quarta-feira, 17 de junho de 2009

Universidad de Granada - España

Granada, ciudad de la Alhambra, se encuentra situada en el sur de España y cuenta con una población de 270.000 habitantes, de los que aproximadamente 70.000 son estudiantes universitarios. Se halla a 20 minutos en coche de Sierra Nevada, principal centro de esquí del sur de Europa, y a una hora de la cálida costa mediterránea. Es una ciudad muy visitada debido a su diversidad cultural, artística y a su Universidad, fundada hace casi 500 años.
Los orígenes de la Universidad de Granada se remontan al siglo XIV con La Madraza, lugar de estudios fundado por Yusuf I y antecedente de la actual Universidad de Granada. La Universidad nació por iniciativa del Emperador Carlos V en 1526 y fue confirmada mediante la Bula del Papa Clemente VII en 1531.
Con ello Granada afirmaba su vocación de ciudad universitaria, abierta a todas las culturas, a todos los pueblos, creencias e ideologías. Desde entonces la Universidad de Granada ha visto crecer su influencia, no sólo en el entorno social y cultural de su ciudad sino también en el contexto nacional e internacional. Hoy en día la Universidad de Granada es una de las principales universidades de España y Europa, tanto por el número de alumnos y de infraestructuras como por el volumen de su actividad investigadora. Su rica tradición se refuerza continuamente con una apuesta decidida por el futuro, la innovación y la calidad, conjunción ésta que la convierte en un centro de referencia intelectual en todos los ámbitos del saber: estudios humanísticos, científico-tecnológicos, bio-sanitarios y jurídico-sociales.

quinta-feira, 12 de março de 2009

Notícias - Utilidade Pública

"O que precisa mudar no Brasil para a sua Vida melhorar de verdade? Por quê?"

Essa é a minha resposta:


Para a vida dos brasileiros mudar de verdade são necessárias as reformas política, tributária, fiscal e trabalhista. Sem essas reformas as boas intenções serão sempre limitadas por um Estado omisso, corrupto, lento, desestimulante, que cobra muito e que oferece pouco. Sem elas, muitos esforços ainda serão desperdiçados nos entraves burocráticos. Com elas, o investimento na produção irá aumentar e os recursos obtidos pelo governo serão mais bem aplicados e renderão melhores resultados!

Visite o site e dê a sua contribuição!
http://www.brasilpontoaponto.org.br/

Poema

Cada Nuevo Día es un Regalo

Cada nuevo día es un regalo y una oportunidad para superarse, para recomenzar nuestra lucha, para rectificar, para ser felices...junto al sol las esperanzas de un nuevo día brillan al amanecer.

Un nuevo día, una nueva oportunidad para hacer historia.Escribe la historia de tu vida con palabras de amor. Un nuevo día, hoy tienes la oportunidad de ser mejor. Lo que hoy hagas que sea mejor de lo que ayer hiciste, para superarlo mañana.

Un nuevo día, para olvidarse del conformismo y no pensar que ya lo hemos dado todo en la vida. Si piensas que ya lo has dado todo, solamente te estás negando la oportunidad de ser mejor.

Piensa a cada momento que todo lo que hagas puede ser aún mejor, y tu espíritu de lucha te impulsará en este nuevo día por el sendero del éxito y la felicidad. Un nuevo día, donde el éxito toca a tu puerta.

No olvides que el éxito no es una casualidad sino la recompensa
# para quien lo buscó y luchó por él
# para quien al caer supo levantarse
# para quien necesitó ayuda y supo pedirla
# para quien cuando se sintió solo buscó compañía
# para quien cuando tuvo duda buscó a un consejero
# para quien antes de buscar ser entendido pudo entender
# para quien estuvo dispuesto a empezar en cualquier momento
# para quien comprendió que el amor es la fiel recompensa de amar.

(Autor Desconocido)

Notícias - Utilidade Pública

Receita anuncia que terá sistema de emissão de CPF em tempo real
Informação é do secretário-adjunto da Receita, Otacílio Cartaxo. Sistema deve estar disponível em até 4 meses, diz.
O secretário-adjunto da Receita Federal, Otacílio Cartaxo, revelou nesta segunda-feira (16) que o órgão está trabalhando em um sistema que vai permitir, no futuro, a emissão do CPF (Cadastro de Pessoa Física) em tempo real pelos agentes conveniados.

"Hoje, a emissão do CPF é feita por meio de convênios e o contribuinte fica aguardando um tempo, em média de 15 dias", disse Cartaxo. A expectativa do secretário-adjunto é que esse serviço esteja disponível para a população dentro de até quatro meses. "O objetivo é esse. Emitir e fazer retificações cadastrais no CPF em tempo real", acrescentou.

Questionado sobre o custo que será cobrado, Cartaxo afirmou que ainda não há uma definição sobre o assunto. "Não está decidido [se vai ser pago]", acrescentou.

Como é atualmente

Atualmente, os contribuintes têm de se dirigir a uma unidade de atendimento do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal, ou dos Correios, para poder tirar o CPF. O custo do serviço é de R$ 5,50. Para pessoas com mais de 18 anos, e menos de 70 anos de idade, são necessários os seguintes documentos: documento de identidade que comprove filiação e título de eleitor ou certidão emitida pelo TRE, ou cartório eleitoral, atestando a inexistência do alistamento eleitoral. Depois, aguardam o envio do documento para sua residência.

Alteração de dados cadastrais

O secretário-adjunto, Otacílio Cartaxo, informou que um sistema que está sendo desenvolvido, por meio da página do órgão na internet, vai permitir a alteração de dados cadastrais do CPF, ou seja, online. Pelo sistema atual, os contribuintes têm de se dirigir a uma agência do BB, da Caixa, ou em uma unidade dos Correios, levando alguns documentos, para fazer a alteração. O custo é de R$ 5,50.

O que é o CPF

Segundo a Receita Federal, o CPF é um banco de dados gerenciado pelo órgão que armazena informações cadastrais de contribuintes obrigados à inscrição no CPF, ou de cidadãos que se inscreveram voluntariamente. Segundo a lei, cada pessoa pode se inscrever no cadastro somente uma única vez e, portanto, só pode possuir um único número de inscrição. De acordo com a Receita, a inscrição no CPF é o ato no qual o contribuinte é incluído no cadastro do órgão, recebendo um número único e definitivo. "Assim, uma vez que a pessoa já tenha praticado este ato, nunca mais deve repetí-lo, mesmo que desconheça o seu número de inscrição ou mesmo que ele venha a ser cancelado", informou.

Quem precisa ter CPF

A Receita lembrou ainda quais pessoas estão obrigadas a se inscreverem no CPF. São elas: aquelas sujeitas à apresentação de declaração de rendimentos (IR); as pessoas com com mais de 18 anos que constarem como dependentes em Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda Pessoa Física (DIRPF); além de inventariantes, cônjuges ou conviventes, sucessores a qualquer título ou representantes do de cujus que tenham a obrigação de apresentar a DIRPF em nome do espólio ou do contribuinte falecido.

Também são obrigadas aquelas pessoas cujos rendimentos estejam sujeitos ao desconto do imposto na fonte, ou que estejam obrigadas ao pagamento do imposto. Os profissionais liberais, assim entendidos aqueles que exerçam, sem vínculo de emprego, atividades que os sujeitem a registro perante órgão de fiscalização profissional, como locadoras de bens imóveis, também são obrigados.

Os participantes de operações imobiliárias, inclusive a constituição de garantia real sobre imóvel também são obrigadas a se inscreverem no CPF, além das pessoas obrigadas a reterem imposto na fonte. Os titulares de contas bancárias, de contas de poupança ou de aplicações financeiras também precisam ter o documento, e também aqueles que operem em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas.

Os cidadãos inscritos como contribuinte individual ou requerentes de benefícios de qualquer espécie no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) também devem ter CPF; e os residentes no exterior que possuam no Brasil bens ou direitos sujeitos à registro público, inclusive: imóveis, veículos, embarcações, aeronaves, participações societárias, contas-correntes-bancárias(entre elas as CC-5, usadas para fazer remessa para o exterior, aplicações no mercado financeiro e aplicações no mercado de capitais.

Fonte: g1.globo.com
Edição: jclaus

Hacia el Español

Influência Árabe na Língua Espanhola

No sul, sob domínio árabe, as comunidades hispânicas que conviviam com as comunidades judaica e árabe falavam moçárabe. Esta é a língua na qual foram escritos os primeiros poemas, as Jarchas, que conservam uma forma estrófica de clara origem semítica, a moasajas.
Em quase oito séculos de interação (711-1492), os povos falantes de Árabe deixaram no castelhano um abundante vocabulário de cerca de quatro mil termos. Com o tempo foram caindo em desuso mas há vestigios modernos, palavras de uso comum como tambor, adobe, alfombra, zanahoria, almohada, e a expressão ojalá, como em português "oxalá" que significa "queira deus" (literalmente: queira Alá).
Cabe assinalar que penetrou na gramática castelhana a preposição árabe hatta (حتى), que se converteu na preposição espanhola hasta.
Edição: jclaus

Notícias - Educação

Mitos sobre el aprendizaje de un segundo idioma

Mito 1. Aprender antes garantiza mejores resultados. Falso."La noción de que hay una edad óptima está equivocada, todo depende de la calidad de los profesores y del tipo de metodología", dice Fred Genessee, de McGill University. La idea se generó a partir de las investigaciones sobre los períodos críticos para el desarrollo de ciertas funciones y habilidades cognitivas, los que tendrían su peak entre los cero y tres años. Hoy está demostrado que si bien los niños que aprenden una lengua extranjera a temprana edad logran mayor fluidez y un acento nativo, hacerlo más tarde también tiene ventajas. Varios estudios han concluido que si se adquiere otro idioma entre los ocho y 12 años, se comprende más rápido la sintaxis y morfología en comparación con quienes aprendieron entre los cuatro y siete años. Esto, debido a la madurez cognitiva de los mayores, que les da más capacidad para entender las reglas gramaticales.
Mito 2. No hay que hablarles en dos idiomas a los niños pequeños porque se confunden. Falso.Hoy está demostrado que esta confusión es transitoria y que no es otra cosa que una expresión de dominio de los dos idiomas. Un niño bilingüe maneja una estructura mental en relación al vocabulario, gramática y pronunciación para cada lengua. Y es capaz de cambiarse de uno a otro con facilidad.
Mito 3. Los bilingües son más inteligentes. Falso.Tienen mejor rendimiento en áreas como escritura, lectura y matemáticas en su idioma materno, pero no han demostrado mayor coeficiente intelectual. Investigadores canadienses estudiaron el rendimiento de más de cinco mil estudiantes, bilingües y monolingües, en escritura, lectura y matemáticas en su lengua materna. En sexto grado, los bilingües superaron a los segundos en matemáticas y escritura. ¿La razón? Al exponerse a un segundo idioma, los estudiantes están frente a patrones de uso de dos sistemas y son forzados a pensar sobre cómo funcionan las estructuras de uno y otro. Esto hace que controlen antes y mejor la "función ejecutiva", relacionada con la planificación, categorización y la atención, que se desarrolla a partir de los cinco años (es la última en evolucionar). "Al conocer dos tipos de reglas y vocabulario, se desarrolla más el conocimiento del idioma materno y se entienden mejor las matemáticas, que también son un lenguaje", dice María Eugenia Ziliani, de la Facultad de Educación de la UC. Esta habilidad también es una fuente protectora contra la pérdida de las funciones cognitivas, especialmente las ejecutivas, que comienzan a decaer a partir de los 60 años. Investigaciones han demostrado que los adultos mayores bilingües muestran un decaimiento menos acentuado de ellas. Sin embargo, en las otras funciones cognitivas no han demostrado mejor desempeño. Incluso, investigaciones hay encontrado un pequeño retraso, de milésimas de segundos, en llevar a cabo actividades como hacer dibujos.
Mito 4. Los medios audiovisuales sirven. Falso.Un estudio realizado entre menores de seis a 12 meses por investigadores de la U. de Washington encontró que si los menores son expuestos frecuentemente a sonidos grabados en otros idiomas, pierden paulatinamente la capacidad de percibirlos. Esto no sucede con los sonidos producto de la interacción humana. Así, los materiales audiovisuales son un apoyo, pero nada reemplaza el rol del profesor, de padres que lean en voz alta en una segunda lengua o el de otras personas hablándola.
Mito 5. Hay que recurrir a programas intensivos. Falso.La exposición a un segundo idioma debe ser alta (al menos el 50% del currículo no relacionado con el idioma), pero el exceso no garantiza resultados. Un estudio entre alumnos angloparlantes de un programa de inmersión en francés lo comprobó. Los jóvenes con el 80% de las clases en francés tuvieron el mismo desempeño que quienes sólo tuvieron el 40% de las clases en ese idioma. La razón: los primeros tenían metodologías más motivantes, personalizadas e interactivas que los segundos y sabían con anticipación qué iban a estudiar.
Qué influye en el aprendizaje
El éxito en la adquisición de un segundo idioma, cuando se es mayor, depende de qué tan profundo sea el manejo de la lengua materna. Las estrategias de aprendizaje, el conocimiento de las reglas gramaticales y una mayor cultura en el idioma local desarrollan una madurez cognitiva clave en el aprendizaje de una segunda lengua. Estudiantes de programas de inmersión durante la primaria que en la secundaria tuvieron el mínimo de clases en otro idioma perdieron todos los conocimientos ganados. "El cerebro puede olvidar las herramientas que adquirió si estas no son usadas. Y no hay mejor manera de retomarlas que comenzar a leer, escribir, escuchar y hablar en el otro idioma", dice Fred Genessee.
Bilingües
Las personas que hablan con fluidez dos idiomas tienen varias ventajas: tienen mejor comprensión de la lengua materna y mejor rendimiento en áreas como matemáticas, y experimentan menos problemas de memoria en la vejez.

Notícias - Internacional

Solbes calcula que España podría aportar 3.000 millones de dólares al Fondo Monetario Internacional
Brasil, Rusia, India y China piden un nuevo reparto de poder en la institución antes de comprometer nuevos fondos

Reunión de los ministros de Economía del G-20 y los bancos centrales en el sur de Reino Unido- REUTERS

El vicepresidente económico del Gobierno, Pedro Solbes, ha afirmado hoy que España podría contribuir con 3.000 millones de dólares a los nuevos recursos con los que el G-20 quiere reforzar al Fondo Monetario Internacional (FMI).

El vicepresidente económico ha calificado de "satisfactorio" el resultado de la reunión de los ministros de economía y presidentes de los bancos centrelaes que hoy se ha celebrado en el sur de Inglaterra, y a la que España acudió en calidad de país invitado.

Solbes ha indicado que "es imposible saber de forma concreta" la dotación económica necesaria para fortalecer las arcas del FMI. "De momento, se está hablando de 250.000 millones de dólares", ha declarado. "Japón - ha puntualizado- ya ha hecho una aportación de 100.000 millones de dólares (...). Por tanto quedan 150.000 millones más".

"¿Cuánto corresponderá a la Unión Europea (UE)?. Pues es difícil de calcular. Pero si suponemos que la UE financiará la mitad, serían 75.000 millones de dólares", ha continuado el titular español de Economía. "Y si suponemos que el sistema de reparto sea el de la cuota (...), supondría que de las reservas del Banco de España tendríamos que poner a disposición del Fondo para ser utilizadas temporalmente en el entorno de los 3.000 millones de dólares [2.300 millones de euros]", ha precisado.

El G-20 ha instado al Fondo Monetario Internacional (FMI) a evaluar el impacto de las medidas que se han adoptado hasta el momento y a contribuir en la propuesta de nuevas acciones para el futuro, y respaldó incrementar los recursos para este organismo multilateral.
El aumento de los fondos para el Fondo Monetario Internacional ha chocado con la oposición de Brasil, Rusia, India y China (conocidos como Bric), que piden un cambio de la distribución del poder en el organismo internacional antes de cualquier nuevo aporte, según un comunicado conjunto de los cuatro países.

Mientras, el comunicado conjunto de todos los asistentes reconoce la "necesidad urgente de incrementar de forma muy sustancial los recursos del FMI", aunque no especifica en qué medida, y si previamente va a ver un nuevo reparto de poder en la institución.

Estados Unidos propone triplicar los recursos al Fondo hasta 750.000 millones de dólares para poder ayudar a los países más perjudicados por la crisis, mientras que la Unión Europea (UE) apoyaría un aumento hasta 500.000 millones, con un posible préstamo de 100.000 millones más, cantidad, ésta última, que ya ha ofrecido Japón.


Objetivo: restablecer el crecimiento global

Los ministros de Economía y Finanzas del G-20, se han mostrado dispuestos a "tomar todas las medidas que sean necesarias para restablecer el crecimiento" de la economía internacional y hacerlo "durante el tiempo que sea necesario para conseguirlo", según ha declarado el ministro de economía británico, Alistair Darling, al término del encuentro celebrado en un hotel a 70 kilómetros al sur de Londres.

En el comunicado conjunto se destaca que el objetivo principal es "restablecer el crecimiento global, apoyar el restablecimiento del crédito y reformar y fortalecer el sistema financiero global". Los ministros de economía se han comprometido también a luchar contra cualquier tipo de proteccionismo y mantener un sistema comercial y un sistema de inversiones abierto, pero con una mayor supervisión.

Darling ha subrayado que se compartió durante la reunión "la sensación de urgencia" que hay para adoptar medidas que reviertan la recesión, en el contexto de "reparar y garantizar la recuperación", y ha explicado que esas medidas serán una combinación de políticas económicas y monetarias. "Nuestra prioridad ahora - ha proseguido Darling - es restaurar el crédito por parte de los bancos y otras instituciones financieras y establecer las acciones necesarias que nos permitan recuperar el sistema financiero".

Sobre los paquetes de estímulo fiscal, sobre cuya cantidad y oportunidad tienen diferentes opiniones EEUU y países europeos como Francia y Alemania, los ministros reconocieron que "la expansión fiscal está dando un apoyo vital al crecimiento y el empleo". Al mismo tiempo, se ha señalado la importancia de mantener "la sostenibilidad fiscal" para no hipotecar el futuro.

Fonte: elpais.com
Edição: jclaus